Home  |  Inscrição Sócios  |  Apadrinhamentos  |  Inscrição Newsletter  |  Loja
Espectaculos L Burro i l Gueiteiro

Alunos da Escola de Música Tradicional da LÉRIAS ASSOCIAÇÃO CULTURAL
A Lérias – Associação Cultural, foi fundada em Junho de 2008, perspectivando o apoio da prática artística e pedagógica aliada ao desenvolvimento da cultura tradicional. Sedeada na aldeia de Palaçoulo, concelho de Miranda do Douro, integra diversas actividades, tais como: aulas de música (instrumentos tradicionais como gaita-de-foles e de percussão), teatro, entre outros.
 
 
TRASGA
Trasga, filho de 'Ls Gueiteiros de la Raia - Associação de Artesanato e Cultura'. Uma formação que nasceu em 2006 com o objectivo de divulgar e potencializar a música mirandesa, assim como algumas composições de Célio Pires, membro do grupo. Não se trata apenas de gaita-de-foles, caixa e bombo, mas conta com novas sonoridades originárias de instrumentos como sanfona, castanholas, flauta tamboril, percussões e voz.
 
 
VELHA GAITEIRA
Velha Gaiteira nasceu no Paúl (Beira Baixa) com o intuito de divulgar a gaita de fole transmontana e as percussões tradicionais da Beira Baixa. É um projecto de raiz tradicional cujo repertório serve como homenagem a todas as velhas gaiteiras que mantêm viva a música enquanto veículo de comunicação e expressão cultural e identitária. Os seus temas originais partem deste universo rural e pastoril para um novo caminho desbravado todos os dias ao som da gaita, da caixa, do bombo e dos adufes.
 
 
YERBA LHOBA
Yerba Lhoba é um grupo de música de raiz tradicional das Terras de Miranda constituído por elementos da Lérias – Associação Cultural. Este recente projecto utiliza instrumentos musicais mirandeses tais como a gaita de fole, a fraita, a sanfona e as percussões para recriar temas da tradição musical do planalto Mirandês. Através da música serão apresentados alguns dos costumes e tradições que acontecem ao longo do ano em Terras de Miranda; alvorada, romances, modas de trabalho, cantos de natal e reis, sem nunca esquecer o baile, para o qual estão todos convidados a participar!
 
 
ESTREIA MUNDIAL!
Teatro de rua pela companhia Rei Sem Roupa"ARRE: Uma peça para dois burros e dois actores"
Duas personagens aparentadas a um D. Quixote e um Sancho Pança, um misto de mendigos e jograis, viajam por um país aparentado ao nosso, um país sem tempo. Neste périplo, acompanham‐nos dois burros, os verdadeiros senhores da viagem. Os quatro vêm ao burgo prestar uma visita de fingida cortesia à sua população, trazendo antigas histórias e parábolas. Ou talvez tão actuais que inquietem as gentes.
ARRE!: Peça para dois burros e dois actores é uma exploração teatral de pendor cómico que cruza, num espectáculo de rua, três pontos de partida: o Burro de Miranda, uma pesquisa sobre a linguagem teatral do Bufão e um imaginário inspirado na obra “D. Quixote De la Mancha”. A questão da idiossincrasia, como resistência à ordem (social, de poder, cultural, estética e mesmo moral) é o ponto unificador desta tríade.
 
Ficha artística
Interpretação: Alexandre Sá, Janela Magalhães e dois burros da AEPGA
Encenação: Pedro Fabião
Figurinos: Janela Magalhães, Alexandre Sá, Anymamundy
Fotografia: Pedro Santos
Duração: 45 minutos
Co-produção: Rei Sem Roupa e AEPGA
 
 
ZEEK i TRASGO
Zeek i Trasgo são os pseudónimos de José Meirinhos e de Manuel Meirinhos, irmãos mirandeses que se têm dedicado à reinvenção e divulgação da cultura tradicional da região: o primeiro pertence aos Pauliteiros de Fonte de Aldeia e o segundo ao grupo musical Galandum Galundaina.
Propõem um Dj Set eclético que mistura sons tradicionais crus com sonoridades modernas e urbanas, e o objectivo é claro: contagiar o público com muita música e animação!
 
 
LENGA LENGA
Um grupo de quatro elementos que fomentam a passagem do mais importante testemunho tradicional dos seus antepassados. Língua, Cantares, Danças Mistas e Pauliteiros. Os trajes com que o grupo se apresenta são de confecção tradicional à imagem dos velhos gaiteiros mirandeses.
Os instrumentos são réplicas autênticas tanto em sonoridade tímbrica, como na sua ornamentação externa. Fiéis à melodia tradicional, trabalhando os ritmos e o timbre oral da língua mirandesa!
 
 
RE-TIMBRAR
Não é mais um grupo ou uma banda. É um movimento, dentro do qual se enquadram não só o respeito pelos ritmos tradicionais portugueses, mas também a sua integração num contexto musical actual. Nos Re-Timbrar, o objectivo é tocar. Assim, na Oficina Re-Timbrar, investigam-se os ritmos tradicionais e as possibilidades de inclusão de instrumentos tão portugueses e variados como triângulo, bombo, caixa, reco-reco, chocalho alentejano, adufe, e as treculas, entre muitos outros, em diferentes contextos. Todas estas experiências são registadas, recriando-se assim, a música portuguesa em contacto com a música do mundo, uma vez que as influências dos seus membros são extremamente variadas.
 
 
GALANDUM GALUNDAINA
Galandum Galundaina é um grupo de música tradicional mirandesa criado com o objectivo de recolher, investigar e divulgar o património musical, as danças e a língua das terras de Miranda.
Os álbuns editados têm tido uma excelente apreciação pela crítica especializada. Em 2010 para além da atribuição do Prémio Megafone, o álbum Senhor Galandum foi reconhecido pelos jornais Público e Blitz como um dos dez melhores álbuns nacionais.
Do roteiro do grupo fazem parte alguns dos mais importantes festivais de música tradicional/ “world music” em Portugal, Espanha, França, Bélgica, Alemanha, Cuba, Cabo Verde, Brasil, México e Malásia.

CARDO-ROXO
Nascidos junto à praia, ventos Atlânticos sussurram canções e melodias deste povo de olhos voltados para o mar. Influenciados pela música tradicional portuguesa e pela música antiga, Cardo-Roxo surge do diálogo entre dois músicos com diferentes percursos: Nina Repas Gonçalves, licenciada em viola da gamba e Antony Fernandes, com uma vasta experiência como músico tradicional.
Utilizando os recursos musicais e os timbres de que dispõem, reformulam e dão um novo sabor à musica de origem tradicional, sem no entanto a descaracterizar. Num concerto intimista e informal, levam o público numa viagem pelo país fora mostrando o que de mais belo nele existe.
 
 
Teatro de fantoches pelo Grupo Cultural e Recreativo "Renascer das Tradições", "La cuonta de tocador de fraita de la Pruoba"
O Teatro Popular Mirandês é um dos mais genuinos tipos de manifestação etnográfica do Planalto Mirandês e aquele que tem características únicas que se assemelham muito ao antigo teatro ritual. As representações, chamadas usualmente "quelóquios" ou “entremeses”, decorriam no ambiente rural das aldeias, com um público "familiar", na própria aldeia ou nas aldeias vizinhas e faziam apelo, muitas vezes, às vivências das pessoas, aos usos e costumes de cada terra.
Usando outro tipo de representação teatral, o teatro de Fantoches ou Robertos (Ou Monos, como são vulgarmente designado nas terras de Miranda), irá realizar-se uma representação usando personagens típicas do teatro popular mirandês (como “l tonto”), adaptado para este festival: “La cuonta de tocador de fraita de la Pruoba”.
 
 
LA ÇARAMONTAINA
No imaginário da literatura oral mirandesa, o termo "La Çaramontaina", é referido na letra de num lhaço(dança dos pauliteiros), como sendo o nome de uma povoação - no entanto a sua localização é desconhecida -, e numa canção dos Reis Magos, como sendo uma dança. Por associação de ideias, seria um lugar onde a dança e a música teriam um papel preponderante na vida das suas gentes. Esse espírito festivo, de valorização cultural reflectia-se nas aldeias mirandesas reais e prevalece ainda até aos nossos dias.
Assim sendo, La Çaramontaina é um grupo de música tradicional mirandesa, que também toca a World Music. Com o intuito de divulgar a cultura mirandesa, através da sua língua, da sua dança e da sua música tradicional.
 
 
CORO INFANTIL DE MIRANDA DO DOURO
Mais de 30 crianças do coro infantil de Miranda do Douro trabalham ao longo do ano no sentido de desenvolver a sua educação musical e de promover a língua e a cultura mirandesas através da música. Dirigidas por Paulo Meirinhos.